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viernes, 1 de mayo de 2015

Tinkunaco 0609/15 - Re: [RED ALAL] AMIANTO: COMO DIRIA O INESQUECÃ VEL TÃ PEREIRA.CURUZES : ESTAMOS NA MIRA DOS ATAQUES VIRULENTOS DO CONJUR




AMIANTO: COMO DIRIA O INESQUECÍVEL TÉO PEREIRA................



   “CURUZES”: ESTAMOS NA MIRA DOS ATAQUES VIRULENTOS DO CONJUR


Tal qual o personagem caricatural, interpretado por Paulo Betti, na novela “Império” da Globo,  o blog CONJUR, porta-voz do lobby industrial do amianto, vem despejando sua virulência em reação às últimas conquistas sociais na luta pela erradicação do mineral cancerígeno no Brasil, mirando com sua metralhadora giratória (seus CLIQUES) todos os inimigos da fibra assassina.



Numa escatológica produção em série, o tablóide digital CONJUR, pouco conhecido fora dos meios dos operadores do Direito, além de costumeiramente publicar panfletos publicitários em defesa do amianto, nesta semana resolveu também atacar os defensores e entidades pró-banimento do amianto no Brasil, em especial o Ministério Público do Trabalho (MPT), que realiza um trabalho hercúleo de conscientização de empregados e empregadores sobre os malefícios provocados pela fibra killer; trabalho este, diga-se de passagem, reconhecido nacional e internacionalmente. Vejam a Nota de Esclarecimento do MPT, a seguir, e o comentário do Gerente Nacional do Programa de Banimento do Amianto. Convenhamos: Não dá para levar a sério um blog que tenta atingir a credibilidade da instituição mais respeitada deste país, que é o Ministério Público com seus relevantes serviços presta
 dos à sociedade brasileira!



Dos fatos: Inconformado com a premiação recebida nos Estados Unidos pelo MPT, em 18 de abril passado, por seu trabalho inédito no mundo pelo banimento do amianto, o blog CONJUR enviou a Washington uma “foca” (jornalista novata, a quem são destinadas as pautas menos especializadas) para acompanhar o jantar de premiação promovido pela mais proeminente entidade americana de conscientização e prevenção sobre os riscos do amianto (ADAO-Asbestos Disease Awareness Organization). Por se tratar de um evento de poucos recursos, todas as atividades ali eram pagas, inclusive o jantar de premiação, por adesão, a um custo de 100 dólares por cabeça, que, para os padrões americanos, não pode ser considerado nenhuma extravagância.



A “foca” portava uma cola com as perguntas a fazer e deixou claro não conhecer nem o tema do amianto e muito menos as pessoas ali presentes. Pelo jeito também não dominava o inglês porque nas notas enviadas ao Brasil confundiu convidados, citando pessoas que nem estavam presentes, e me colocando no palco para recebimento do prêmio sem eu nunca ter estado (é só observar o vídeo do discurso do Procurador-Geral, Dr. Luis Camargo, no ato de aceitação do “Tributo à Inspiração” em https://www.youtube.com/watch?v=CX6ZHj2xiYQ). O mais feio, porém, foi o fato de sair de fininho, antes da sobremesa, fingindo ir ao banheiro, sem pagar a conta, deixando para seus compatriotas avexados o ônus de sua inoportuna e dispensável presença. Será que ela pensou que era o dia do pendura, o tradicional calote dos estudantes de Direito?



 A pobre foca devia estar mesmo na “pindura”, pois além do calote, traduziu o que viu em “JANTAR DO BILHÃO” e chamou o hotel 4 estrelas da cadeia Marriot, Crystal Gateway, na periferia de Washington, no estado de Virgínia, de “luxuoso”. Queriiida, mas que pobreza!



Como diz o ditado popular: “falem mal, mas falem de mim”, já que o tablóide me atribuiu mais uma graduação “honoris causa” e me intitulou como “advogada”, o que me deixa muito feliz, já que participo, com muita honra, da defesa social dos hipossuficientes contaminados por indústrias inescrupulosas, além, claro, de atuar como consultora na minha real área de formação em Engenharia Civil com especialização em Segurança e Saúde no Trabalho.



Por fim, e não menos importante, como dizem os americanos “the last but not least”, no afã dos cliques, para agradar o “patrão”, o editor blogueiro do CONJUR, que assina a matéria pretensamente jornalística, se traiu em sua última investida quando reproduziu em destaque a matéria do IBC - Instituto Brasileiro do Crisotila, a entidade propagandista do amianto, travestida de científica - verdadeiros “mercadores da morte” -, e chamou o panfleto publicitário de TRÉPLICA. Uiuiui, cruzes! Será que ele se confundiu ou se traiu e não foi o verdadeiro autor do artigo achincalhador publicado em seu tablóide digital?



Relembrando mais uma vez o hilário Téo Pereira, o blogueiro inescrupuloso, termino aqui estas reflexões, no dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, e em sua homenagem, com um dos memes atribuídos ao seu personagem antológico - o novo Macunaíma, o herói sem nenhum caráter : “Triste de quem pensa que ficar “dentro do armário é melhor”! O perfume vai acabar virando naftalina!”



São Paulo, 1º. de Maio de 2015.

©Fernanda Giannasi



 

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO MPT


No dia 19 de abril, ao término da 11ª Conferência Anual para Conscientização sobre as Doenças do Amianto, em Washington, nos Estados Unidos, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu o prêmio “Tributo Inspiração” da Organização para Conscientização sobre as Doenças do Amianto (Adao, na sigla em inglês). Ao contrário do que sugere o título da matéria do Conjur “Brasileiros que combatem amianto são premiados por escritórios americanos”, o prêmio foi concedido pela Adao e destinado ao MPT, não às pessoas do procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, e dos procuradores Márcia Kamei Lopez Aliaga e Philippe Gomes Jardim, que ali estavam na condição de representantes da instituição.



A 11ª Conferência Anual para Conscientização sobre as Doenças do Amianto, realizada entre os dias 17 e 19 de abril, contou com a participação de uma centena de especialistas de todo o mundo – dentre os quais médicos, engenheiros, advogados, familiares de vítimas e também trabalhadores com mesotelioma, o câncer do amianto. Esta é a primeira vez que uma instituição pública recebe esta premiação no mundo.



A matéria do Conjur ainda descontextualiza a fala do procurador Trabalho Philippe Gomes Jardim, induzindo o leitor tirar conclusões equivocadas. Ao contrário do que informa o texto, a fala do procurador não foi feita durante a cerimônia de premiação, mas sim em um painel, no dia 17, ou seja, no primeiro dia da Conferência, sobre a atuação institucional do MPT acerca do tema amianto. “A atuação do MPT procura estimular a edição de mais leis estaduais e municipais proibindo o uso da fibra e também busca responsabilizar judicialmente empresas que já produziram e ainda produzem passivos sociais pelo uso do amianto”, afirmou na ocasião.



Ao final da 11ª Conferência Anual para Conscientização sobre as Doenças do Amianto, houve uma cerimônia de premiação, ocasião em que foi servido um jantar. Mais uma vez, o autor da matéria se equivoca ao informar que também subiu ao palco para receber o “Tributo Inspiração” a auditora fiscal do Trabalho aposentada Fernanda Giannasi, quando, na verdade, somente os representantes do MPT o fizeram: Luís Camargo, Márcia Kamei Lopez Aliaga e Philippe Gomes Jardim. Por fim, faz-se necessário frisar que o Ministério Público do Trabalho não possui qualquer relação com os escritórios de advocacia americanos citados no texto. Sua atuação institucional é pautada pela independência, estando à margem de questões que envolvam disputas entre empresas.



Banimento do amianto – A Organização Mundial da Saúde considera o amianto cancerígeno desde 1977. Hoje a substância é proibida em toda a União Europeia e em nações de outros continentes num total de 66 países.

A luta pelo banimento do amianto no Brasil é considerada prioritária pelo MPT, que conta com um Programa Nacional de Banimento do Amianto, que integra a Coordenadoria Nacional em Defesa do Meio Ambiente do Trabalho (Codemat). A proteção à saúde e à segurança do trabalhador é o objetivo da coordenadoria como forma de evitar e reduzir os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.



Brasília, 28 de abril de 2015.

Assessoria de Comunicação

Procuradoria-Geral do Trabalho

Ministério Público do Trabalho



AMIANTO

29 de abril de 2015.

A fim de aprimorar o conteúdo jornalístico da notícia publicada, é imperativo acrescentar as seguintes informações: a) anfibólio e crisotila são variedades minerais do amianto, ambas as variedades reconhecidamente cancerígenas para humanos de acordo com Portaria Interministerial nº 9 de 07/10/2014 (Ministérios do Trabalho, da Saúde e Previdência Social) e com Organização Mundial de Saúde; b) a Sra. Fernanda Giannasi é, também, comendadora pelo Tribunal Superior do Trabalho e pelo Tribunal Regional da 15ª Região pelo reconhecido trabalho desenvolvido em diversos casos de contaminação de trabalhadores pelo amianto (crisotila e/ou anfibólio), como por exemplo a contaminação dos trabalhadores de Osasco/SP, onde o amianto (crisotila e/ou anfibólio) foi banido; c) a disputa econômica citada se dá entre grupos empresariais que, em um passado muito recen
 te, tinham interesse comum no aproveitamento econômico do mineral cancerígeno e eram sócios em diversas operações nas áreas de mineração e de fabricação de telhas onduladas a base de mineral cancerígeno; e d) o programa de banimento do amianto do Ministério Público do Trabalho tem como foco a saúde dos trabalhadores expostos ao mineral cancerígeno e a higidez do meio ambiente de trabalho, sendo certo que o problema dos atuais rivais e outrora parceiros comerciais é questão privada e muito distante da atividade do MPT.

Luciano Lima Leivas
Procurador do Trabalho
Gerente Nacional do Programa de Banimento do Amianto

La Asociación Latinoamericana de Abogados Laboralistas agradece su participación.
A Associação Latino-americana de Advogados Trabalhistas agradece a sua participação.

Para ingresar en la RED encamine mensaje para assinar-alal@grupos.com.br




COMBATE AO AMIANTO: Premiação ao MPT nos Estados Unidos - "TRIBUTO À INSPIRAÇÃO"

Tinkunaco 0608/15 - Libro - La mano izquierda de Dios - Horacio Verbitsky

https://books.google.com.ar

Horacio Verbitsky





Tinkunaco 0607/15 - Libro - El vuelo - Horacio Verbitsky

/www.luisemiliorecabarren.cl


Horacio Verbistky 



Tinkunaco 0606/15 - Re: >> Envío SERPAL Nº 489 - 15 >> El legado de Albert Parsons. En memoria de los "Mártires de Chicago".

>> El legado de Albert Parsons
     En memoria de los “Mártires de Chicago”
      **  Por Carlos Iaquinandi Castro.

     Albert Parsons, nacido en Alabama, EEUU,  en 1848, fue uno de los ”mártires de Chicago” condenados y ahorcados tras las huelgas y manifestaciones de principios de mayo de 1886 en demanda de la jornada laboral de 8 horas. ( 8 horas para trabajar, 8 para dormir y 8 para la casa - para “vivir” )  Aquel movimiento dio origen a la organización y lucha de los trabajadores en distintas lugares del mundo en el comienzo de la “revolución industrial”.

      Parsons era periodista, defensor de los derechos de los negros y también activista a favor de los derechos de los trabajadores. Trabajó en diferentes medios de prensa. En 1879 fue nombrado candidato a la presidencia de los Estados Unidos por el Partido Socialista de los EEUU pero tuvo que desistir porque no había cumplido todavía los 35 años que fija la Constitución. 

      El 1º de mayo de 1886 y dias siguientes estuvo en las marchas obreras de Chicago.  Fue ahorcado, acusado de arrojar una bomba contra la policía en Haymarket, durante una concentración obrera. Tenía entonces 39 años. Meses después de su ejecución, se comprobó su inocencia. 

Alegato personal de ocho horas

Parsons, como sus otros compañeros condenados, dejó testimonio de su compromiso y su inocencia.
Tuvo una admirable intervención ante el Tribunal que de antemano ya tenía decidida su ejecución.

Su reflexión en el juicio duró ocho horas, dos el día 8 y seis el día 9 de octubre de 1886. Como los jueces se negaron repetidas veces a conceder algún descanso al orador, en varias ocasiones tuvo dificultades a causa del desgaste físico.  “La sala - dicen las crónicas de la época - dio también muestras de su impaciencia, contrariada por la firmeza y elocuencia razonadora de Parsons. Este, aun a costa de su salud, se propuso no dejar en pie ni una sola de las acusaciones del ministerio fiscal y de los testigos, y lo consiguió cumplidamente.”

 Sus palabras perviven a casi 130 años de su ejecución. 
 Estos son algunos fragmentos de su alegato:

   "Yo como trabajador he expuesto lo que creía justos clamores de la clase obrera, he defendido su derecho a la libertad y a disponer del trabajo y de los frutos del trabajo. Yo creo que los representantes de los millonarios de Chicago organizados os reclama nuestra inmediata extinción por medio de una muerte ignominiosa. “

   “Me preguntáis -comenzó diciendo- por qué razones no debe serme aplicada la pena de muerte, o lo que es lo mismo, ¿qué fundamentos hay para concederme una nueva prueba de mi inocencia? “

   “Yo os contesto y os digo que vuestro veredicto es el veredicto de la pasión, engendrado por la pasión, alimentado por la pasión y realizado, en fin, por la pasión de la ciudad de Chicago. Por este motivo, yo reclamo la suspensión de la sentencia y una nueva prueba inmediata. Esta es tan sólo una de las muchas razones que para ello tengo. ¿Y qué es la pasión?  Es la suspensión de la razón, de los elementos de discernimiento, de reflexión y de justicia necesarios para llegar al conocimiento de la verdad. No podéis negar que vuestra sentencia es el resultado del odio de la prensa burguesa, de los monopolizadores del capital, de los explotadores del trabajo ...”

   “¿Qué es la cuestión social? No es un asunto de sentimiento, no es una cuestión religiosa, no es un problema político; es un hecho económico externo, un hecho evidente e innegable. Tiene, sí, sus aspectos emocionales religiosos y políticos; pero la cuestión es, en su totalidad, una cuestión de pan, de lo que diariamente necesitamos para vivir. Tiene sus bases científicas, y yo voy a exponeros, según los mejores autores, los fundamentos del socialismo.

“La ley y el capital son una misma cosa”

   “El capital, capital artificial es el sobrante acumulado del trabajo, es el producto del trabajo. La función del capital se reduce actualmente a apropiarse y confiscar para su uso exclusivo y su beneficio el sobrante del trabajo de los que crean toda la riqueza. El capital es el privilegio de unos cuantos y no puede existir sin una mayoría cuyo modo de vida consiste en vender su trabajo a los capitalistas. El sistema capitalista está amparado por la ley, y de hecho la ley y el capital son una misma cosa.”

  “¿Y qué es el trabajo?  El trabajo es un ejercicio por el cual se paga un precio llamado salario. El que lo ejecuta, el obrero, lo vende, para vivir, a los poseedores del capital. El trabajo es la expresión de la energía y del poder productor. Esta energía y este poder han de venderse a otra persona, y en esa venta consiste el único medio de existencia para el obrero. Lo único que posee y que en realidad produce para sí es el jornal. Las sedas, los palacios, las joyas, son para otros. El sobrante de su trabajo no se le paga; pasa íntegro a los acaparadores del capital. ¡Ese es vuestro sistema capitalista!”

“La guerra social no termina con nuestro ahorcamiento”

“¿Creéis que la guerra social se acabará estrangulándonos bárbaramente?

   ¡Ah no! Sobre vuestro veredicto quedará el del pueblo americano y el del mundo entero.  Quedará el veredicto popular para decir que la guerra social no ha terminado por tan poca cosa."

A modo de epílogo de este Memorial

   La defensa de Parsons, durante el juicio y en años posteriores, estuvo a cargo de su mujer, Lucy González, nacida esclava en Texas, hija de una mexicana negra y de un mestizo de la nación indígena Creek.  Sindicalista revolucionaria e incansable luchadora de las minorías raciales, Lucy formó parte de quienes consiguieron que finalmente -siete años después de las ejecuciones y condenas - el sistema judicial admitiera que el proceso de Chicago en 1886 fue una farsa y que su esposo y todos los imputados eran inocentes de los cargos que se les formularan. El gobernador del estado de Illinois, John Peter Atlgeld lo calificó como una “burla a la justicia y un verdadero fraude procesal”. Confirmó la inocencia de los ejecutados y dispuso la libertad de los tres sobrevivientes condenados.

“Más peligrosa que mil manifestantes”

    Lucy González, la viuda de Parsons,  tuvo una larga trayectoria de lucha. El jefe de policía de Chicago la calificó como “más peligrosa que un millar de manifestantes”.  Impulsó huelgas y organizaciones obreras hasta su muerte en 1942. Tenía entonces 89 años. Aún después de su muerte, el gobierno norteamericano siguió considerándola una amenaza:  la policía incautó su biblioteca de más de 1.500 libros con temáticas relacionadas con el movimiento obrero y la anarquía, y todos sus escritos personales. Sus restos, fueron enterrados junto a los de su esposo Albert Parsons en las proximidades del Monumento de Haymarket, en Forest Park, Chicago.

Sepamos defender lo que tanto ha costado conseguir

   Como apuntaba Rodolfo Walsh es indispensable la memoria para recoger la experiencia de las luchas sociales. Para que no ocurra que cada generación tiene que comenzar desde cero. Hoy, a casi 130 años de aquellas huelgas y marchas obreras, en muchas partes del mundo  - países “desarrollados incluidos” -  se pactan jornadas de más de ocho horas, condiciones precarias, derechos recortados y facilidades para el despido.

    “Las clases dominantes siempre han procurado que los trabajadores no tengan historia, no tengan doctrina, no tengan héroes ni mártires”. Tengamos memoria y tengamos presentes a quienes dieron su vida por el avance social y no resignemos mansamente derechos y libertades que tanto costaron conseguir a quienes nos precedieron.

** Carlos Iaquinandi Castro, redacción de SERPAL
    Servicio de Prensa Alternativa. 
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    1 de mayo de  2015
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Tinkunaco 0605/15 - ARARAT - Nota, película y subtitulos

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Ararat  (2002)






Tinkunaco 0604/15 - Re: Invitación presentación libro sentencia causa homicidio Monseñor Angelelli



El Secretario de Culto de la Nación, Dr Guillermo Oliveri,  tiene el agrado de invitar a Ud. a la presentación del Libro: "Sentencia Judicial: Homicidio del Obispo Angelelli", que se realizará el día 12 de Mayo a las 18 hs., en el Ministerio de Relaciones y Culto de la Nación, Salón Libertador, de calle Arenales 761, Ciudad Autónoma de Buenos Aires.-.
En el acto expondrán el Obispo Marcelo Daniel Colombo, Diócesis de La Rioja; y Luis Miguel Baronetto, del Centro Tiempo Latinoamericano (Córdoba) querellantes en la causa.
Esperando contar con su presencia, saludamos atte..-

Tinkunaco 0603/15 - Re: Agencia Paco Urondo - Día de los trabajadores: migrantes y talleres clandestinos

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