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viernes, 24 de junio de 2011

Tinkunaco 0514/11 - Fw: [Carta O BERRO] OS MITOS EM QUEDA - ENTREVISTA COM RALPH SCHOENMAN

Carta O Berro..........................................................repassem
OS MITOS EM QUEDA - ENTREVISTA COM RALPH SCHOENMAN
O escritor e diretor da Campanha Palestina pede o fim de toda a ajuda ao Estado de Israel e acusa: "A liderança sionista colaborou com os piores perseguidores dos judeus durante o século XIX e o século XX, incluindo os nazistas"


Stylianos Tsirakis*  Revista Teoria &amp Debate 
Ralph Schoenman foi diretor-executivo da Fundação pela Paz Bertrand Russel, papel através do qual conduziu negociações com inúmeros chefes de Estado. Com seu trabalho assegurou a libertação de prisioneiros políticos em muitos países e fundou o Tribunal Internacional dos Crimes de Guerra dos Estados Unidos na Indochina, organização da qual foi secretário-geral. Velho militante na vida política, fundou o Comitê dos 100, que organizou a desobediência civil massiva contra as armas nucleares e as bases americanas na Grã-Bretanha. Foi também fundador e diretor da Campanha de Solidariedade ao Vietnã e diretor do Comitê "Quem Matou Kennedy?".
Tem sido líder do Comitê por Liberdade Artística e Intelectual no Irã e co-diretor do Comitê em Defesa dos Povos Palestino e Libanês e do Movimento de Solidariedade de Trabalhadores e Artistas Americanos. Atualmente é diretor executivo da Campanha Palestina, que clama pelo fim de toda ajuda a Israel e por uma Palestina laica e democrática.
T&D - Em seu livro The Hidden History of Zionism (A História Oculta do Sionismo), você descreve quatro mitos sobre a história do sionismo. Nós gostaríamos que você explicasse um pouco seu livro.
Schoenman - O meu trabalho na Fundação Bertrand Russel foi importante por me dar a chance de documentar fatos da formação do Estado sionista de Israel. Em cursos e palestras que proferi em mais de uma centena de universidades americanas e européias, pude constatar que as pessoas não sabiam, não tinham conhecimento da história do movimento sionista, dos seus objetivos e de vários fatos. Nessas ocasiões deparei com concepções equivocadas sobre a natureza do Estado de Israel e foi isso que impulsionou o meu trabalho de escrever o livro, The Hidden History of Zionism, no qual eu abordo o que chamo de os quatro mitos que têm moldado a consciência nos estados Unidos e na Europa sobre o sionismo e o Estado de Israel.
T & D - Quais são esses quatro mitos?
Schoenman - O primeiro mito é o da "terra sem povo para um povo sem terra". Os primeiros teóricos sionistas, como Theodor Herzl e outros, apresentaram para o mundo a Palestina como uma terra vazia, visitada ocasionalmente por beduínos nômades; simplesmente, uma terra vazia, esperando para ser tomada, ocupada. E os judeus eram um povo sem terra, que se originaram historicamente na Palestina; portanto, os judeus deveriam ocupar essa terra. Desde o começo, os primeiros núcleos de colonos, promovidos pelo movimento sionista, foram caracterizados pela remoção, pela expulsão armada da população palestina nativa do local onde essa população vivia e onde essa população trabalhava.
T & D - Quais os outros três mitos?
Schoenman - O segundo mito que o livro pretende discutir é o mito da democracia israelense. A propaganda sionista, desde o início da formação do Estado de Israel, tem insistido em caracterizar Israel como um Estado democrático no estilo ocidental, cercado por países árabes feudais, atrasados e autoritários. Apresentam então Israel como um bastião dos direitos democráticos no Oriente Médio. Nada poderia estar mais longe da verdade.
Entre a divisão da Palestina e a formação do Estado de Israel, num período de seis meses, brigadas armadas israelenses ocuparam 75% da terra palestina e expulsaram mais de 800 mil palestinos, de um total de 950 mil. Eles os expulsaram através de sucessivos massacres. Várias cidades foram arrasadas, forçando assim a população palestina a refugiar-se nos países vizinhos, em campos de concentração e de refugiados. Naquele tempo, no período da formação do Estado de Israel, havia 475 cidades e vilas palestinas, que caíram sob o controle israelita. Dessas 475 cidades e vilas, 385 foram simplesmente arrasadas, deixadas em escombros, no chão, apagadas do mapa. Nas 90 cidades e vilas remanescentes, os judeus confiscaram toda a terra, sem nenhuma indenização.
Hoje, o Estado de Israel e seus organismos governamentais, tais como o da Organização da Terra, controlam cerca de 95% da terra palestina. Pela legislação existente em Israel, é necessário provar, por critérios religiosos ortodoxos judeus, a ascendência judaica por linhagem materna até a quarta geração, para poder possuir terra, trabalhar na terra ou mesmo sublocar terra. Como eu digo sempre, nas palestras em que apresento meus pontos de vista, em qualquer país do mundo (seja Brasil, EUA, onde for), se fosse necessário preencher requisitos parecidos com esses, ninguém duvidaria do caráter racista de tal Estado; seria notória a existência de um regime fascista.
A Suprema Corte em Israel tem ratificado que Israel é o Estado do povo judeu e que, para participar da vida política israelense, organizar um partido político, por exemplo, ou ter uma organização política, ou mesmo um clube público, é necessário afirmar que se aceita o caráter exclusivamente judeu do Estado de Israel. É um Estado colonial racista, no qual os direitos são limitados à população colonizadora, na base de critérios raciais.
O terceiro mito do qual falo em meu livro é aquele criado para justificativa da política de Israel, que se diz baseada em critérios de segurança nacional. A verdade é que Israel é a quarta potência militar do mundo. Desde 1948, os EUA deram a Israel US$ 92 bilhões em ajuda direta. A magnitude dessa soma pode ser avaliada quando observamos que a população israelense variou entre 2 a 3 milhões nesse período. Se o governo americano dá algum dinheiro para países como Taiwan, Brasil, Argentina, e a aplicação desse dinheiro tiver alguma relação com fins militares, a condição é que as compras desse material têm que ser feitas dos EUA. Mas há uma exceção: as compras de material bélico podem ser feitas também de Israel. Israel é tratado pelos EUA como parte de seu território, em todos os assuntos comerciais.
O que motivaria uma potência imperialista a subsidiar tanto um Estado colonial? A verdade é que Israel não pode mesmo existir sem a ajuda americana, sem os US$ 10 bilhões anuais. Israel é, portanto, a extensão do imperialismo na região do Oriente médio. Israel é o instrumento através do qual a revolução árabe é mantida sob controle. É, portanto, o instrumento através do qual as ricas reservas do Oriente Médio são mantidas sob o controle do imperialismo americano. É também um meio através do qual os regimes sanguinários dos países árabes são mantidos no governo, graças ao clima de tensão gerado por uma possível invasão israelense.
O quarto mito a que me refiro no livro, que tem influenciado a opinião pública mundial, refere-se à origem do sionismo, à origem do Estado de Israel. O sionismo tem sido apresentado como o legado moral do holocausto, das vítimas do holocausto. O movimento sionista tem como que se "alimentado" da mortandade coletiva dos 6 milhões de vítimas da exterminação nazista na Europa. Esta é uma terrível e selvagem ironia. A verdade é bem o oposto disso. A liderança sionista colaborou com os piores perseguidores dos judeus durante o século XIX e o século XX, incluindo os nazistas. Quando alguém tenta explicar isso para as pessoas, elas geralmente ficam chocadas, e perguntam: o que poderia motivar tal colaboração? Os judeus foram perseguidos e oprimidos por séculos na Europa e, como todo povo oprimido, foram empurrados, impelidos a desafiar oestablishment, o statu quo. Os judeus eram críticos, eram dissidentes. Eles foram impelidos a questionar a ordem que os perseguia. Então, o melhor das mentes da inteligência judia foi impelido para movimentos que lutavam por mudanças sociais, ameaçando os governos estabelecidos. Os sionistas exploraram esse fato a ponto de dizer para vários governos reacionários, como o dos mares na Rússia, que o movimento sionista iria ajudá-los a remover esses judeus de seus países. O movimento sionista fez o mesmo apelo ao kaiser na Alemanha, obtendo dele dinheiro e armas. Eles se reivindicavam como a melhor garantia dos interesses imperialistas no Oriente Médio, inclusive para os fascistas e os nazistas.
T & D - Como se deu essa colaboração dos sionistas com os nazistas?
Schoenman - Em 1941, o partido político de Itzhak Shamir (conhecido hoje como Likud) concluiu um pacto militar com o 3º Reich alemão. O acordo consistia em lutar ao lado dos nazistas e fundar um Estado autoritário colonial, sob a direção do 3º Reich. Outro aspecto da colaboração entre os sionistas e governos e Estados perseguidores dos judeus é o fato de que o movimento sionista lutou ativamente para mudar as leis de imigração nos EUA, na Inglaterra e em outros países, tornando mais difícil a emigração de judeus perseguidos na Europa para esses países. Os sionistas sabiam que, podendo, os judeus perseguidos na Europa tentariam emigrar para os EUA, para a Grã- Bretanha, para o Canadá. Eles não eram sionistas, não tinham interesse em emigrar para uma terra remota como a Palestina. Em 1944, o movimento sionista refez um novo acordo com Adolf Eichmann. David Ben Gurion, do movimento sionista, mandou um enviado, de nome Rudolph Kastner, para se encontrar com Eichmann na Hungria e concluir um acordo pelo qual os sionistas concordaram em manter silêncio sobre os planos de exterminação de 800 mil judeus húngaros e mesmo evitar resistências, em troca de ter 600 líderes sionistas libertados do controle nazista e enviados para a Palestina. Portanto, o mito de que o sionismo e o Estado de Israel são o legado moral do holocausto tem um particular aspecto irônico, porque o que o movimento sionista fez quando os judeus na Europa tinham a sua existência ameaçada foi fazer acordos, e colaborar com os nazistas.
*Stylianos Tsirakis é arquiteto.
Revista Teoria &amp Debate (Fundação Perseu Abramo) nº 5 - janeiro/fevereiro/março de 1989
POSTADO POR GEORGES BOURDOUKAN

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Tinkunaco 0513/11 - Fw: [Carta O BERRO] Araguaia: o massacre que as Forças Armadas querem apagar

Carta O Berro..........................................................repassem

Araguaia: o massacre que as Forças Armadas querem apagar

Por Revista Consciência.Net em 21/06/2011
Em meio ao debate sobre a emenda que propõe o sigilo eterno de documentos do governo, a ‘Pública’ revisita uma das histórias mais obscuras do período militar: a repressão à guerrilha do Araguaia (1972-1975).
Em três dias de pesquisa nos 149 volumes do processo judicial que investiga o desaparecimento dos guerrilheiros do Araguaia, a Pública coletou relatos de dezenas de moradores que foram obrigados a prender, enterrar, matar e decapitar guerrilheiros – e sofrem até hoje as consequências do que viveram nesse tempo.
Reportagem especial de Marina Amaral e Tatiana Merlino, da agência Pública
Araguaia: o massacre que as Forças Armadas querem apagar
Em entrevista exclusiva, a juíza titular da 1a Vara da Justiça Federal, Solange Salgado, diz que, passados quase 40 anos, reina o medo de se falar sobre o assunto entre os que participaram do conflito. Mateiros e ex-militares que colaboraram com o Grupo de Trabalho Araguaia – que investiga o caso desde 2009 em cumprimento à sentença judicial promulgada por Solange Salgado em 2003, que obriga a União a entregar os corpos dos desaparecidos às famílias – estão recebendo ameaças.
Por isso, quando esteve na região no ano passado, para recolher e checar informações sobre o paradeiro dos corpos, a juíza optou por preservar o sigilo dos autores dos depoimentos. “Foi uma garantia que o Poder Judiciário deu a essas pessoas. Elas ainda estão muito apavoradas, se sentindo muito acuadas”, disse ela à Pública.
Nossa reportagem esteve em Marabá, no Pará, e conversou com ex-mateiros e ex-soldados que confirmaram a realização das chamadas “Operações Limpeza”, por meio das quais os restos mortais dos guerrilheiros foram desenterrados e transportados a outros locais. Além disso, cinco entrevistados afirmaram ter visto atuando na repressão o ex-diretor do Dops de São Paulo Romeu Tuma, falecido em outubro do ano passado.
VÍDEO: 5 MIL CRUZEIROS POR CABEÇA: http://apublica.org/2011/06/video-tres-colaboradores-contam-sua-historia/

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Tinkunaco 0512/11 Fw: [noalamina] Consulta popular definirá instalación de la minera Aratirí

Para leer más información ingresar en http://www.noalamina.org o pulsá los títulos

 

El presidente de la República, José Mujica, anunció ayer en la ciudad de Sauce, Canelones, que el gobierno impulsará un referendum consultivo para que la población decida sobre el proyecto minero de Aratirí. Leer más... Artículos relacionados: Indígenas y ecologistas protestan contra la minería en UruguayAuspicio de la selección de fútbol: Aratirí, mina botinera*Minera Aratirí se enfrenta a las críticas ciudadanasParlamento uruguayo estudia modificaciones propuestas a Código MineroParlamento hará triple interpelación por proyecto minero

 

 

Vecinos denuncian que mina Marlin libera agua con químicos

Los pobladores de varias comunidades de San Miguel Ixtahuacán, San Marcos han mostrado preocupación porque trabajadores de la mina Marlin de Montana, que opera desde el 2005 en esa región, vació aguas contaminadas con químicos, las cuales cayeron directamente en el río Cuilco, el cual alimenta varias comunidades de San Marcos y Huehuetenango. Leer más... Artículo relacionado: La Mina Marlin contamina el riachuelo de microcuenca  Pueblos indígenas insisten en lucha para cerrar mina Marlin

 

El Gobierno suspendió actividades de la minera Vale

Tomó esa decisión debido a que la minera brasilera no informa las empresas locales que ha contratado ni tampoco la cantidad de trabajadores mendocinos que ha empleado. La compañía, que se apresta a explotar un yacimiento de sales de potasio en el sur de Mendoza, acató la medida oficial. Leer más... Artículos relacionados: Revisan documentos de Vale reclamados para su proyectoSindicatos apoyan suspensión de Potasio Río ColoradoPedirán al Gobierno que sancione a minera Vale por incumplir el "compre mendocino"Vale no dio detalles, pero el Gobierno aprobó sus planesExplicaciones de minera Vale no convencen
 
Mientras el gobierno provincial no cede en sus intentos de hacerse de más yacimientos mineros a traves de su empresa provincial COR.MI.NE. (Corporación Minera del Neuquén), ciudadanos de Loncopué impulsaron un proyecto de prohibición de la minería metalífera a cielo abierto, de plantas de lixiviación de metales, de acumulación o transporte de sustancias tóxicas u explosivos, prohibición de la minería de minerales radioactivos y de basureros nucleares, mineraloductos y generación de energía termonuclear, todo dentro de la jurisdicción territorial del municipio de Loncopué. Leer más...

 

 

Gioja acordó un ajustecito en cálculo de regalías mineras

El gobernador de San Juan, José Luis Gioja, rubricó ayer, en la Sala Ricardo Colombo de Casa de Gobierno, el acta acuerdo que suscribieron las empresas mineras Minera Argentina Gold S.A., Minas Argentinas S.A. y Troy Resources Limitada, y el Ministerio de Minería. Gioja destacó que "nadie puede negar el impacto que tiene en esta provincia la actividad", frase que tiene múltiples interpretaciones o hasta puede ser una confesión. El cobro de las regalías será de un 3 por ciento final, sin deducir costos directos u operativos de procesamiento. Leer más... 

 

  

>>>  Más noticias en http://www.noalamina.org:


De otros países de Latinoamérica 
Hallan muerto a minero de El Limón
Sigue el drama de Santa Pancha
Echándolas todas en busca del minero Víctor
Rescate de minero: Operación con buzos tuvo que detenerse
Minero de El Limón sigue desaparecido
Fuertes rechazos a la minería en cita indígena
Minería en contra de la Soberanía Alimentaria
Brasil estudia módico aumento de regalías minería
Caso Santurbán podría repetirse en Villavicencio
Sipacapa celebra el 6to. Aniversario de la Consulta Comunitaria "18 de Junio de 2005"
Walter Aduviri anuncia que pueblo aymara defenderá el Lago Titicaca
Ediles piden detener explotación minera
Un Código Minero para cambiar de collar sin dejar de ser perro
Profepa clausura mina por afectar reserva de biósfera
Nuevo round por sitio web anti Barrick
Pobladores rechazan construcción de mina El Sastre
Líder de protesta antiminera se refugia en canal de TV en Lima
Mineras quieren pagar tributo sobre la utilidad y no por las ventas
Sicarios asesinan a un ambientalista y filósofo en Colombia
La nueva lavandería
Declaran de interés regional las cabeceras de cuenca de Santa Cruz y San Miguel
El CECA se manifiesta en contra del proyecto minero en Wirikuta
Absuelven a ronderos antimineros
Sospechosa muerte de militante antiminero
 
De Argentina 
Futura gobernadora define alianza con mineras
Minera china extorsiona con más empleo si obtiene provisión de agua
Trabajadores levantan huelga en mina Cerro Vanguardia
Productores sanjuaninos reclaman que mineras no se queden con el agua
El estado se esfuma y la minera asiste a pobladores cenicientos
Fui testigo de las golpizas de la patota de Agua Rica
Mineros de Cerro Vanguardia iniciaron medidas de fuerza
Denuncia a Barrick Gold por violación a las directrices OCDE
Las regalías por el regalo de los minerales
Marcha en Buenos Aires en adhesión a la movilización continental contra la minería


Del resto del Mundo 
Llevan a Australia denuncia contra Xtrata Copper por destruir glaciares

Esquel
Encuentro para actualizar la información y continuar en movimiento

Información General
Corte de Apelaciones de Puerto Montt paraliza proyecto de HidroAysén
Heridos de bala de goma y detenidos en inauguración del Vial Costero
Inversiones chinas en Argentina: claves del nuevo escenario energético
Fumigar escuelas rurales con agrotóxicos ¿mejora el aprendizaje?
Quieren transformar el sur de Chile en desierto verde

Se puede reproducir total o parcialmente toda la información contenida en www.noalamina.org, aunque agradeceremos que se cite la fuente.
El boletín con información, documentos, investigaciones e imágenes de las luchas contra la megaminería en Argentina y el resto de Latinoamérica, es enviado por la Asamblea de Vecinos Autoconvocados de Esquel, Chubut, Argentina.

Tinkunaco 0511/11

                                     
                         Ilustración de Robert García publicada en Rebelion.org


Frei Betto
Duras declaraciones contra el PT de Brasil





derechos humanos?
El papelón de Bachelet
 
Jérome Duval, Damien Millet, Eric Toussaint  
Un FMI "útil de nuevo", pero, ¿para quién?


economía?
Bancos británicos se retiran de la eurozona


La UE recortará un 77% las ayudas alimentarias que reciben los más necesitados


Economía
Agencia china rebaja calificación crediticia de la economía británica

Hugh Gusterson


Un imperio de base militares

imperio

El Pentágono publica al fin los documentos secretos de la guerra de Vietnam

Ruptura en el gobierno mundial


Claudio Katz
Adversarios y aliados del imperio

Matthew Lasar
La OTAN se infiltrará en Anonymous y la perseguirá 

Salvador López Arnal



Mahdi Darius Nazemroaya
Libia: pruebas fotográficas del bombardeo de la OTAN contra la universidad Nasser de Tripoli


Gary Vey  
El número de soldados estadounidenses muertos en Iraq excede al de muertos en Vietnam

Tinkunaco 0510/11 - Fw: [RED ALAL] E O Prêmio "Cancer Culprit Award" (Prêmio de Culpado por causar Câncer) GOES TO (VAI PARA).....BRAZIL E CANADÁ

Caros Amigos,
Em 23/6/2011, em Genebra,  na  reunião das Nações Unidas (ONU),  Brasil e Canadá foram escolhidos pelas ONGs para receberem o CANCER CULPRIT AWARD (Culpado por Provocar Câncer) durante a COP5 (Conferência das Partes dentro dos quadros da Convenção de Roterdã, que estabelece regras para o comércio internacional dos produtos tóxicos)
Na página do  THE CANCER CULPRIT AWARDS em http://cancerculprits.org/awards/, a qual transcrevemos abaixo em português, está a justificativa pelo qual o Brasil mereceu tal "premiação" ou melhor dizendo este anti-prêmio.
"BRAZIL, POR NÃO TER POSIÇÃO SOBRE INCLUIR NA LISTA O AMIANTO CRISOTILA PARA FINS DE CONSENTIMENTO PRÉVIO INFORMADO DOS IMPORTADORES SOBRE A SUA NOCIVIDADE, EMBORA SEJA O TERCEIRO MAIOR PRODUTOR E EXPORTADOR MUNDIAL. BRAZIL PODERIA TER LIDERADO OS PAÍSES PRODUTORES EM APOIAR A INCLUSÃO, MAS POR VÁRIOS ANOS OS MINISTÉRIOS BRASILEIROS TÊM DISCUTIDO SUAS POSIÇÕES SEM NENHUM PROGRESSO. É IMPORTANTE QUE OS CIDADÃOS BRASILEIROS SAIBAM COMO SEU PAÍS SE POSICIONA E A SUA RESPONSABILIDADE COMO GRANDE PRODUTOR."
Fernanda Giannasi
La Asociación Latinoamericana de Abogados Laboralistas agradece su participación.
A Associação Latino-americana de Advogados Trabalhistas agradece a sua participação.
Para ingresar en la RED encamine mensaje para assinar-alal@grupos.com.br 



jueves, 23 de junio de 2011

Tinkunaco 0509/11 - Fw: [Carta O BERRO] Vozes contra globalização, contra o deus mercado - bom vídeo

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Oi. Veja e ouça Galeano, Saramago, Casaldáliga e outros...
  A luta continua.
    Eli.


eliete@

http://www.youtube.com/watch?v=stV_e8Lk0YM




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Tinkunaco 0508/11 - Fw: [Carta O BERRO] Gastos com armamento, do imperio. Prensa latina, 21 junho 11

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Análise
A espiral explosiva da despesa mundial em armamentos


Sem surpresa os EUA são responsáveis pela metade das despesas 

Com a despesa mundial em armamentos durante 2010, se poderia-se manter 212 milhões de crianças de aproximadamente um ano, ao custo médio necessário em um país desenvolvido europeu. A manutenção estimada por criança ali, segundo fontes extraoficiais, é de quatro mil 715 dólares ao ano, enquanto o investimento em meios bélicos aumentou em 2010, globalmente, a um trilhão 630 bilhões de dólares.
Nove milhões de crianças morrem de fome anualmente no mundo, e só o protótipo do superavião britânico não tripulado Taranis, acumulou um custo de 215 milhões de dólares, os que bastariam para alimentar 45 mil 599 crianças ao ano.
Nos países do sul poderiam se alimentar muitos mais pequenos, se só se tratasse de cobrir as necessidades básicas para não morrer de inanição e de doenças previsíveis ou curáveis, ainda que o anterior se assume hoje só como relações matemáticas.
Mas o Tiranis, nome do Deus celta do trovão e qualificado como "a cúpula" da engenharia britânica e do desenho aeroespacial, não é o maior exemplo bélico, pois as despesas em armamentos compreendem enormes meios com capacidade de destruição totalmente global.
O Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (SIPRI) considera, em seu relatório sobre o ano passado, que as armas nucleares continuam representando um grande perigo apesar das promessas de redução.
Como causa da pronunciada pirâmide armamentística, identifica a luta pelas riquezas naturais, devido ao aumento da demanda internacional e da penúria induzida especialmente pelas mudanças climáticas.
Neil Melvin, diretor no SIPRI do programa Conflitos Armados e Gerenciamento dos Conflitos, considera que os recursos são "um fator maior de conflito".
Em sua opinião, o petróleo tem desempenhado seu papel nas tensões no Sudão e na Líbia, onde contribui à guerra civil, ao que pode acrescentar, na opinião de analistas, que motiva também os bombardeios da OTAN.
O aumento súbito da demanda pelo consumo, segundo o SIPRI, é a causa principal de uma concorrência crescente na busca de recursos exploráveis, até no Ártico, e no aumento dos preços, sobretudo nos da alimentação.
Ante tais previsões, o alarme é maior se considera-se que os preços dos alimentos poderiam duplicar de agora a 2020.
Em relação a isto, os múltiplos atos de violência da chamada primavera árabe foram engendrados em grande parte "por distúrbios causados pela fome" e os altos "preços dos produtos alimentários", opina.
Sobre as armas nucleares, o SIPRI explica que as reduções anunciadas foram amplamente compensadas mediante a modernização e a multiplicação dos vetores.
Só oito países possuem mais de 20 mil 500 cabeças nucleares.
Desse total, "mais de cinco mil estão deslocadas e prontas para serem usadas, e duas mil mantidas em estado de elevado alerta operacional".
Cinco desses estados, assinantes do Tratado de não Proliferação, "ou já estão deslocando novos sistemas de armas nucleares, ou têm anunciado sua intenção de fazê-lo".
Considera assim mesmo que as despesas mundiais em armamento, sempre encabeçadas pelos Estados Unidos, experimentaram em 2010 um crescimento de 1,3 por cento, até o trilhão 630 bilhões de dólares.
Os cem maiores fabricantes mundiais de armamento, exceto a China, venderam 401 bilhões de dólares de produtos bélicos em 2009, com recorde para os Estados Unidos, cuja demanda governamental continua se elevando.
Seu orçamento militar para 2011 é de 708 bilhões de dólares, 42,8 por cento da despesa mundial, com o que quase atinge a todos os demais países juntos.
Não obstante o quantioso, e na opinião de muitos inútil comércio e despesa em armas, a realidade evidência que este custo é insustentável, a não ser que se reembolse mediante a conquista de territórios e de outros recursos.
Promover as guerras, fratricidas todas, conduz ao aniquilamento humano.
Durante a última década, duas milhões de crianças foram assassinadas nas guerras, e calcula-se que 150 milhões, com capacidade trabalhista, são exploradas como força de trabalho.
Quatro milhões de recém nascidos, segundo meios jornalísticos, morrem em seu primeiro mês de vida, 82 por cento não recebem antibióticos, vários milhões de menores de 14 anos têm AIDS e 500 mil mulheres falecem anualmente ao parir.
Ademais, 600 milhões de crianças no mundo são vítimas da pobreza, 100 milhões vivem na rua, 150 milhões de meninas e 73 milhões de menores de 18 anos são explorados sexualmente e um milhão 800 mil caíram no comércio sexual.
Expande-se a opinião de que "há muito os países poderosos... escolheram o caminho da arma e da guerra para resolver suas carências de energia e outros recursos naturais, sem pensar e analisar que podem acarretar estes fatos no futuro".
O Taranis, capaz de empreender tanto tarefas de espionagem e vigilância como de transportar armas para atacar todo tipo de alvos, foi desenvolvido por BAE Systems, Rolls-Royce, Qinetiq e GE Aviation com o apoio do Ministério de Defesa britânico, durante quatro anos, concluídos em 2010.
Gerald Howarth, o ministro para Assuntos de Defesa, declarou a BBC Mundo que "Taranis é um projeto realmente de vanguarda. Primeiro de seu tipo no Reino Unido, reflete melhorer os avanços de desenho e as habilidades tecnológicas de nosso país e constitui um programa líder no cenário mundial".
Mas "é um primeiro passo para o Reino Unido", pois "não se trata de um avião que vá entrar em serviço, senão de uma demonstração tecnológica que provará técnicas, demonstrará capacidades e assinalará a direção na qual vamos".
Segundo as pesquisas, compreendeu-se de que se trata... e é só um exemplo.
Sobretudo quando os déficits públicos se mantêm à ordem do dia, descem as despesas sociais, se privatizam bens do patrimônio, também na União Européia, e se elevam os orçamentos militares em países aos que ninguém agride.
Seus investimentos bélicos impedem salvar aos famintos, ao mesmo tempo que provocam a morte, também em espiral.
(*) Redação Global da Prensa Latina.

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