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martes, 6 de junio de 2017

Tinkunaco 1.742/17 - Re: CIDH - ¡Qué hay de nuevo!




¡Qué hay de nuevo!
Corte Interamericana de Derechos Humanos
Boletín No. 218, Año 10, 2017
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The impact of the Gomes Lund Case in Brazil: Perspectives from family members of the victims.
Bruno Boti Bernardi.
Inter-American and European Human Rights Journal.
Vol. 9, No. 2 (2016).

   

Resumen: Stemming from a critical perspective and from in-depth qualitative interviews conducted with family members of the political militants that were killed and forcefully disappeared in the 1970s by the military campaigns of the Brazilian dictatorship against the Araguaia Guerrilla movement, the aim of this article is to discuss the impact of the Gomes Lund case in Brazil. In this sense, we present evaluations from family members regarding positive and negative aspects of the Inter American Human Rights System's actions. Finally, we conclude that the positive effects of the Inter-American Human Rights System's actions have far surpassed its negative effects or criticizable aspects in the Brazilian context.

Emotional Diplomacy and Human Rights at the United Nations.
Roland Burke.
Human Rights Quarterly.
Vol. 39 (2017).


Resumen: This article investigates the role of emotion within the postwar human rights program at the United Nations. While there is an impressive body of scholarship on the UN and human rights diplomacy, the place of sentiment in the dynamic of these debates has not been studied in detail. Drawing on archives, personal papers, contemporary transcripts and visual sources, this article argues that the collective sentiment of the assembly was highly influential in determining outcomes. Beyond this, the nature of the prevailing emotional register, which varied markedly between the 1940s and 1980s, shaped, and was reshaped by, the prevailing understanding of what constituted "human rights".


Cultural Harm and Engaging the Limits of a Right to Cultural Identity.
Andrew Fagan.
Human Rights Quarterly.
Vol. 39 (2017).

   

Resumen: This article critically examines the limits of a right to cultural identity. Some have argued that human rights norms require a reformulation in the light of cultural diversity. One element of this approach will be examined: The right of exit, as it appears to provide an instrument by which legislative authorities can largely avoid the politically and conceptually fraught challenge of normatively evaluating traditions and practices. By analyzing the effects of domestic abuse, this article will argue that a human rights-based evaluation of rights to cultural identity cannot rely entirely upon the following principle: that an individual's lack of overt opposition to key defining and binding relationships provides a secure basis for a rights-based response to cultural identity. The article will demonstrate that some domestically-abused women's ability to exercise their right of exit has been effectively disabled by the highly restrictive identities which their communities accord to them.

A juridificação de conflitos políticos no direito internacional público contemporâneo: Uma leitura política da paz pelo direito de Hans Kelsen a partir do pensamento político de Claude Lefort.
Arthur Roberto Capella Giannattasio.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol. 12, No. 2 (2015).


Resumen: A partir da proposição de um debate interdisciplinar entre o pensamento jurídico de Hans KELSEN e o pensamento político de Claude LEFORT, este texto constrói uma interpretação política da proposta kelseniana em torno das discussões do pós-Segunda Guerra Mundial sobre a Paz nas relações internacionais. Inserto no debate jurídico-político do pós-Segunda Guerra Mundial acerca de uma nova estrutura institucional para o Direito Internacional Público, o Projeto da Paz pelo Direito de Hans KELSEN pode ser compreendido politicamente pois (i) utiliza uma técnica jurídica de produção da Política – esvaziamento normativo do Direito, e (ii) se trata de uma opção consciente por um modelo jurídico-político de direitificação de conflitos distinto do modelo estatal – rejeição do Federalismo Mundial.

Grupo de alto nível Brasil - Uruguai (GAN): um novo paradigma para a integração produtiva no MERCOSUL.
Alebe Linhares Mesquita y Vivian Daniele Rocha Gabriel.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol. 13, No. 1 (2016).

   

Resumen: O presente artigo tem por objetivo investigar as iniciativas de integração produtiva executadas pelo Grupo de Alto Nível Brasil – Uruguai (GAN). Por conseguinte, este estudo é dividido em quatro momentos distintos. Primeiramente, analisa-se a formação institucional do Mercosul, bem com o comércio de bens intra e extra bloco. Em seguida, apresenta-se o Grupo de Alto Nível Brasil, Uruguai, seus projetos e suas conquistas. Na terceira parte, promove-se um estudo sobre a realidade do comércio de bens entre Brasil e Uruguai. Por fim, investigam-se as principais iniciativas de integração produtiva realizadas pelo GAN até o presente momento. A metodologia adotada no desenvolvimento da pesquisa consistiu-se como teórica, bibliográfica e descritiva. O valor deste artigo reside na importância de se traçar novas estratégias de integração produtiva entre o Brasil e os seus países vizinhos, bem como de dar maior dinamicidade ao Mercosul.

O sincretismo teórico na apropriação das teorias monista e dualista e sua questionável utilidade como critério para a classificação do modelo brasileiro de incorporação de normas internacionais.
Breno Baía Magalhães.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol. 12, No. 2 (2015).


Resumen: O artigo objetiva analisar a forma como a abordagem descritiva da dicotomia monismo/dualismo é interpretada pelos autores brasileiros e sua incompatibilidade com a prática constitucional. Por meio de revisão bibliográfica da produção teórica de autores brasileiros e de uma releitura dos autores clássicos sobre o tema, buscaremos cindir a discussão entre monismo e dualismo no direito internacional em duas abordagens: Uma teórica, que desenvolve teses acerca da existência ou não de um ordenamento único e outra descritiva, acerca dos modelos constitucionais de incorporação de normas internacionais. Após análise da prática constitucional, chegamos à conclusão de que enquadrar o direito constitucional como monista é insuficiente para descrever o modelo de incorporação de normas internacionais brasileiro.

La protección del derecho a la intimidad en la toma de muestras de ADN a fines de investigación penal.
Susana I. Álvarez de Neyra Kappler.
Ius et Scientia: Revista electrónica de Derecho y Ciencia.
Vol. 3, No. 1 (2017).


Resumen: En el ámbito del derecho a la intimidad es donde se manifiesta más claramente la tensión entre los derechos individuales y el interés general en el ámbito de la investigación penal a través de marcadores de ADN, pues todo contacto físico supone inevitablemente traspasar los límites de la personalidad humana. La intimidad lato sensu no es un bien jurídico de fácil definición porque engloba, no sólo el concepto de la esfera íntima en la que se incluyen las facultades clásicas de exclusión de terceros, sino que afecta a todos los derechos de la personalidad. Debemos distinguir a su vez entre la intimidad corporal y la intimidad personal, incluyendo, dentro de esta última, la llamada intimidad genética, que es la más vulnerable en este tipo de diligencias de investigación penal y que por ello necesita de una protección reforzada

Bioética en los tribunales: Una sentencia brasileña con visión de género.
Aída Kemelmajer de Carlucci.
Revista de Bioética y Derecho: Publicación del Máster en bioética y derecho.
No. 39 (2017).


Resumen: Este artículo analiza el voto particular de Luis Roberto Barroso, juez del Superior Tribunal de Justicia de Brasil, frente al Habeas Corpus 124.306 de la sala I del Superior Tribunal de Justicia de Brasil (29/11/2016). Barroso argumenta que penalizar la interrupción del embarazo, consentida por la mujer, practicada en los tres primeros meses de gestación, viola derechos fundamentales establecidos en la Constitución de Brasil y en las Convenciones Internacionales de Derechos Humanos. Este artículo sostiene que esta penalización no sólo perjudica al litigante, sino que profundiza el desprestigio del sistema de justicia.


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