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lunes, 12 de junio de 2017

Tinkunaco 1.769/17 - Re: CIDH - ¡Qué hay de nuevo!




¡Qué hay de nuevo!
Corte Interamericana de Derechos Humanos
Boletín No. 219, Año 10, 2017
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Especies en movimiento: La Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de Fauna y Flora Silvestres como espacio de "encuentro" de discursos, actores y estrategias en el derecho ambiental trasnacional.
María Valeria Berros y Dabel Leandro Franco.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol. 13, No.3 (2016).

   

Resumen: En este artículo se propone mostrar la tendencia a la articulación del discurso jurídico con otros discursos provenientes, a su vez, de diferentes organismos e instituciones, que dejan huellas visibles en la configuración de normas jurídicas referidas a alguno de los aspectos que integran la cuestión ecológica. Desde esta perspectiva, este trabajo posee como punto de partida un análisis de caso: La Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de Fauna y Flora Silvestres, la que, desde una estrategia de regulación del comercio, se intenta consolidar como un sistema de protección de la flora y de la fauna basado en la idea de que el comercio de vida silvestre sería controlado por listas de especies amenazadas preparadas y actualizadas continuamente. Junto con ese movimiento de actualización continuo se tornan visibles las articulaciones de actores, instituciones y discursos heterogéneos, entre los cuales asume un rol preponderante el discurso científico-técnico pero, también, aparecen con carácter relevante los discursos de organismos gubernamentales y no gubernamentales siempre que su capacidad técnica así lo amerite.

Desafíos y respuestas transnacionales frente a los crímenes ambientales.
Rosmerlin Estupiñan-Silva.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol. 13, No.3 (2016).


Resumen: El desarrollo de herramientas represivas en materia ambiental hasta 2015 continúa marcado por el minimalismo y aunque las infracciones ambientales comparten la naturaleza transfronteriza de los crímenes internacionales, no siempre alcanzan el umbral de gravedad. Esto aunado a consideraciones económicas y de competencia territorial frena la eficacia normativa en la materia. Este trabajo busca poner en evidencia los medios de lucha contra la criminalidad ambiental en el mundo a través de un estudio comparado de los bienes jurídicos protegidos, la naturaleza del control estatal y el tipo de sanciones aplicadas. Una vez establecidas las características comunes de los medios de lucha en vigor, pondremos en evidencia la circulación de normas y prácticas transnacionales con base en criterios de eficacia y pertinencia. Como corolario sugerimos que la criminalización de las conductas más graves carece de efecto real en ausencia de políticas públicas estatales orientadas a la cooperación transnacional reforzada en materia de criminalidad ambiental.


International criminals and their virtual currencies: The need for an international effort in regulating virtual currencies and combating cyber crime.
Marie Virga.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol. 12, No.2 (2015).

   

Resumen: Technology is constantly evolving and making our lives easier. Since the advent of the Internet, new technologies have developed that make the world smaller and bring people across the continents closer together. However, these new technologies also create a new medium for criminal activity. One example of these new technologies is virtual currencies. While virtual currencies have many benefits, they also create many opportunities for crimes such as money laundering. Virtual currencies are not controlled by any state entity, they allow users to transfer goods anonymously, and they cross borders effortlessly via the Internet. All these characteristics make it difficult for individual states to regulate virtual currencies in isolation. This article will discuss these issues and how international cooperation is necessary in order to effectively counteract cybercriminals who utilize virtual currencies to evade national law enforcement. First, this article will discuss what virtual currencies are and how they work. Next, the article will discuss recent law enforcement actions of various nations to shutdown operations that use virtual currencies to finance criminal activity.

Redefining terrorism: The danger of misunderstanding the modern world's gravest threat.
Jennifer Breedon.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol. 12, No.2 (2015).


Resumen: The international community has been, and remains, unable to prevent episodes of mass murder resulting for modern-day terrorist ideologies due to three basic failures: (1) the failure to face the problem squarely and understand its real nature, (2) the failure to recognize that it is possible to prevent mass murder of individuals, and (3) the failure to act once knowledge of the violent intent of perpetrators is recognized. This paper will face these challenges by uncovering the fundamental issues underlying the failure of the international community to adopt a uniform and transnational definition of modern-day terrorism boldly and honestly. Terrorism must be codified in a manner that is consistent with its modern forms and acceptable to the global community's regional definitions and differences by highlighting the similarity and allowing for extraterritorial prosecution to prevent such acts in an ad hoc tribunal.

Um espaço para pensar em alternativas? A academia latino-americana de Direito Internacional Econômico frente à ordem econômica global.
Nicolas Perrone.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol. 13, No. 1 (2016).

   

Resumen: Esta contribuição tem por objetivo analisar o papel da academia latino-americana de direito internacional econômico frente à ordem econômica global. Grande parte dos problemas que hoje enfrentam os latino-americanos está ligada à globalização econômica. Condições de trabalho, acesso a medicamentos, uso de recursos naturais, entre outros, estão intimamente ligados à ordem econômica global. No debate sobre estes problemas, não obstante, poucas vezes reconhece-se o papel fundamental que tem a academia de direito internacional econômico. Embora seja certo que o conhecimento articulado pela academia não é suficiente para explicar por que os Estados atuam de certa forma, talvez seja suficiente para entender por que não atuam de outra maneira. Neste contexto, o argumento central desta contribuição é que a academia de direito internacional econômico tem um papel chave na manutenção e na reprodução da atual ordem econômica global.

Direito Internacional Econômico no Brasil: Quem somos e o que fazemos? Evidências empíricas de 1994 a 2014.
Michelle Ratton Sanchez-Badin, Fabio Costa Morosini, Inaê Siqueira de Oliveira.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol.13, No.1(2016).


Resumen: O campo do Direito Internacional Econômico (DIE) é recente no Brasil tanto como linha de pesquisa quanto como tópico disciplinar para ensino nas Faculdades de Direito. Considerando que o Brasil possui mais de mil Faculdades de Direito registradas no Ministério da Educação, o artigo se propõe a analisar o perfil da pesquisa e do ensino em Direito Internacional Econômico no país. Apresenta-se um mapeamento (i) do perfil do pesquisador em DIE no Brasil, (ii) do perfil da pesquisa, nisso compreendido como os pesquisadores têm desenvolvido suas pesquisas neste campo, quais os temas eleitos e as formas de produção e (iii) do perfil do ensino, nisso compreendido quais os temas privilegiados nos cursos destes pesquisadores e seus espaços em suas instituições de ensino. O referido mapeamento foi realizado a partir das informações disponibilizadas nos currículos dos pesquisadores brasileiros (CNPQ/Lattes).

O princípio da efetividade como conteúdo da norma fundamental (grundnorm) de Kelsen.
Carlos Alberto Simões de Tomaz y Renata Mantovani de Lima.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol.12, No.2 (2015).


Resumen: O artigo visita a Teoria Pura do Direito de Kelsen para discernir a norma fundamental não apenas como um pressuposto lógico hipotético do sistema jurídico, que serve de fundamento de validade de uma constituição, mas para divisá-la, também, como uma norma posta, cujo conteúdo se identifica com o Princípio da Efetividade como norma de Direito Internacional de conformidade com o monismo kelseniano. Nesse sentido, o recurso da lógica dedutiva, impõe-se como basilar para a solução da questão apresentada. A conclusão aposta na circunstância de que a revisão teórica realizada tenha oferecido substratos hermenêuticos para o conteúdo dos atos de reconhecimento de Estado e reconhecimento de governo, que guarnecidos pelo Princípio da Efetividade, dele desbordam para projetar sua validade a partir de uma análise valorativa determinada pelo Princípio da Legitimidade não admitida por Kelsen.

Por que voltar a Kelsen, o jurista do século XX?.
Inocêncio Mártires Coelho.
Revista de Direito Internacional (Brazilian Journal of International Law).
Vol.12, No.2 (2015).


Resumen: A teoria pura do direito, de Hans Kelsen, é uma teoria do direito positivo; é teoria geral do direito, não uma exposição ou interpretação de uma ordem jurídica particular. Da comparação de todos os fenômenos jurídicos ela busca descobrir a natureza do direito mesmo e determinar sua estrutura e suas formas típicas, independentemente do conteúdo variável que o direito apresenta nas diferentes épocas e nos distintos povos. Assim essa teoria obtém os princípios fundamentais com os quais podemos compreender qualquer ordem jurídica. Avessa a considerações de natureza ética, moral, política, econômica religiosa, etc., ela admite que qualquer conteúdo possa vir a ser direito, desde que uma norma jurídica válida faça desse conteúdo objeto de sua regulação.


Human Rights
Law Review

Human Rights
Quarterly

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